segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

EXCELENTE RENDIMENTO NA PRODUÇÃO DE QUEIJO COM LEITE DE OVELHA

Os primeiros ovinos com aptidão leiteira no Brasil foram importados pela França, em 1992, pela cabanha Dedo Verde, localizada no município de Viamão (RS). A raça introduzida foi a Lacaune era limitada às ovelhas desta zona. Atualmente, ovelhas de outras regiões da França como Camarés, Larzac, Platôs, Rodez, Ségala e Lauragaise também adotaram o nome Lacaune.
A fusão destas raças era particularmente justificada pelo melhoramento dos rebanhos tendo em vista a organização de uma seleção sobre aptidão leiteira. Esta população ovina recebeu sucessivas infusões limitadas das raças Merino e Southdown. Após seleção leiteira em seus rebanhos, estimulada em seguida pela instalação dos primeiros laticínios em Roquefort.
A raça Lacaune, apesar de ter sido introduzida a poucos anos no RS, adaptou-se às condições de clima e alimentação do estado. Dados de campo mostram que uma fêmea adulta chega a produzir 4 litros de leite por dia, no pico da lactação, que ocorre ao redor dos 30-35 dias pós-parto. Durante o período de lactação, aproximadamente 150 dias, uma ovelha produz em media 1,9 litros por dia. Essa pequena produção é estimulada pelo excelente rendimento no seu beneficiamento. Com aproximadamente cinco litros de leite de ovelha é possível fazer 1 quilo de queijo.


Diessa Fagundes Azambuja
Acadêmica do Curso de Zootecnia da UNIPAMPA/Campus de Dom Pedrito

OVINO RAÇA LACAUNE, APTIDÃO LEITEIRA

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Originária do Maciço Central Francês, possui notáveis qualidades leiteiras.
É uma raça mista, pois além da aptidão leiteira, devido ao seu grande porte e rápido crescimento, também é excelente produtor de carne (ALZUGARAY & ALZUGARAY, 1986).
Seu leite apresenta 7,5% de gordura (média), sendo muito utilizado pra fazer o queijo Roqueford (CASTILLO, s.d.).
Produz de 100 a 200 kg de leite por lactação e média diária de 1,5 litros.
É considerada uma das melhores raças ovinas para leite, pesando, as fêmeas 60 Kg em média e os machos, 90 Kg, segundo CASTILLO (s.d.).
De acordo com CASTILLO (s.d.), esses animais apresentam pelagem clara, pouquíssima lã de velo, sem lã nas patas, barriga e cabeça.
Referências bibliográficas
OSÓRIO, J.C.S e OSÓRIO, M.T.M. Zootecnia de Ovinos.
CRUZ, F.P. Sistema de Produção de Ovinos (2002).
CASTILLO, L.H. Raças de Ovinos (On line, http://www.cico.rj.gov.br/raças, s.d.).
ALZUGARAY, D. e ALZUGARAY, C. Aprenda a Criar Ovelhas. São Paulo, SP (1986).

domingo, 3 de janeiro de 2010

CHOVE BEM EM LAJES DO CABUGI.




Desde o começo da tarde chove bem em Lajes, começou na zona rural do município e logo chegou na cidade, esperamos que seja o começo do inverno na região central para que tenhamos muita fartura no campo. 

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

PRESIDENTE DO SINDICATO PATRONAL DESEJA A TODOS UM FELIZ ANO NOVO.


PRESIDENTE DO SINDICATO PATRONAL E COORDENADOR DA SECRETARIA DE AGRICULTURA ACOMPANHAM OBRAS DO GOVERNO DO ESTADO EM LAJES.






O presidente do sindicato César Militão, e o coordenador da secretaría de agricultura do município Diomar, visitaram esta manhã as obras que estão sendo realizadas pela secretaria de recursos hídricos do estado nos açudes Caraúbas e Juazeiro em Lajes.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

FILHOS DE LAJES APROVADOS NO COLÉGIO JUNDIAÍ

A PREFEITURA MUNICIPAL DE LAJES, ATRAVÉS DA SECRETARIA MUNICIPAL DE AGRICULTURA E MEIO AMBIENTE, TEM A HONRA DE PARABENIZAR OS FILHOS DOS AGRICULTORES, QUE FORAM  APROVADOS NO COLÉGIO JUNDIAÍ, E QUE ESTA SECRETARIA DEU OS MAIORES INCENTIVOS PARA ESTES ALUNOS NOS ESCLARECIMENTOS DOS PROFISSIONAIS DESTAS ÁREAS QUE SÃO ELES: {TÉCNICO AGROPECUÁRIO, ZOOTÉCNISTA, ENGENHEIRO AGRÔNOMO E O MÉDICO VETERINÁRIO}, ABRANGENDO E AMPLIANDO OS CONHECIMENTOS NOS CURSOS DO SENAR REALIZADOS EM PARCERIA COM SINDICATO RURAL E SECRETARIA DE AGRICULTURA. ISTO VEM CONTRIBUIR PARA O MELHOR DESEMVOLVIMENTO RURAL.

OS APROVADOS:


-LUIZ ANTONIO MENDES DE LIMA.
FILHO DE FRANCISCO LUIZ DE LIMA
-FRANCISCO ROGÉRIO FELIX DA ROCHA
FILHO DE CELSO ROCHA
-RAIMUNDO DENILSON BARBOSA
FILHO DE ZÉ PRETO – BARREIRAS

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

BOI VERDE, BOI CRIMINOSO

Não é exagero dizer que o agronegócio salvou o Brasil. Ao gerar superávits comerciais de US$ 40 bilhões/ano, deixou aqui uma sobra de dólares que foram comprados pelo governo e incorporados às reservas do Banco Central. Isso permitiu ao Brasil superar o velho problema do financiamento da dívida externa. Se não fossem as reservas, em grande parte geradas pelo agronegócio, repito, o Brasil teria quebrado nesta última crise. E quebrado, no caso, significaria recessão, eliminação muito maior de empregos, perda de renda e aumento da pobreza.

Além disso, o agronegócio puxou negócios em toda a economia brasileira. Forneceu alimentos, especialmente a proteína da carne, para populações brasileira e no mundo todo. Ou seja, há razões para dizer que o agronegócio brasileiro é um caso de sucesso.

Há algum tempo era também um sucesso ambiental. Foi no período da "vaca louca", doença adquirida por animais confinados e alimentados com rações. Na ocasião, o boi brasileiro ganhou status de "boi verde", duplamente saudável. Primeiro, porque só comia grama e, segundo, porque crescia caminhando pelos pastos, sendo mais musculoso e menos gordo.

Hoje o Brasil é o maior exportador mundial de carnes e um dos maiores em alimentos em geral. E o agronegócio tornou-se alvo preferencial de boa parte dos ambientalistas, internacionais e nacionais.

Acusações: as pastagens estão no lugar de matas nativas e parte delas se fez com o desmatamento da Amazônia; a atividade é poluente, ao usar máquinas e veículos motorizados, queimando petróleo, fertilizantes, adubos; e o boi e a vaca emitem gases metano com seus arrotos e puns.

Mas o problema maior parece ser a Amazônia, já que todas as pastagens e toda a agricultura do mundo estão no lugar de matas nativas e já que o boi arrota igual em todo mundo. Toda agricultura é uma intervenção na natureza.

O problema na Amazônia é real. Há pecuaristas e assentados da reforma agrária que derrubam árvores para criar bois. Mas há também grileiros e índios que derrubam árvores para vender como madeira. Tudo ilegal e, não raro, violento.

É certo que isso não pode continuar e que o objetivo de desmatamento zero é um bom objetivo. Mas isso não pode condenar a pecuária como um todo, que tem no Brasil graus de eficiência elevada em várias regiões.

Além disso, qual é a ambição, justa, dos povos mais pobres? Ter, por exemplo, um consumo de proteína nos níveis do Primeiro Mundo, com o que serão mais saudáveis, morrerão menos, viverão mais, serão mais altos e... mais gordos. Ou seja, o mundo precisa e quer mais carne - e, especialmente, quer carne barata, como é a brasileira.

Dizer que a carne brasileira seria a mais cara do mundo se incorporasse no seu preço os custos ambientais é um argumento duvidoso. Porque aí seria preciso incorporar esses custos em toda a atividade econômica. Assim, quanto custaria uma passagem de avião Rio-São Paulo? Qual o custo ambiental num aparelho de TV? Num celular? E, nessa sequência, esses produtos seriam acessíveis apenas aos mais ricos.

O.k., há tecnologia para produzir mais carne em menos espaço, no caso brasileiro, nas pastagens já existentes, e com bois e vacas que arrotem menos e soltem menos puns. Mas essa tecnologia precisa ser desenvolvida e implantada, o que custa dinheiro. É preciso financiar essas inovações tecnológicas.

Há teses segundo as quais o esforço de aumentar a produção é inútil, pois não haveria condições de produzir carne para uma humanidade em expansão. Ou, mais amplamente, que a Terra não suporta uma população crescente, com ambições de ter padrões de consumo semelhantes aos do Primeiro Mundo.

Se isso for verdade, qual a consequência? Que os povos mais pobres terão de abrir mão de aumentar seu consumo de tudo, de carnes a celulares e automóveis. Com isso, e convencendo-se os mais ricos a reduzir seu padrão, a coisa estaria resolvida. Agora, quem vai dizer para os pobres que eles não podem comer carne nem ter carro?

Estou fazendo caricatura? Pode ser, mas o ponto é este: precisamos de uma economia mais limpa, sem dúvida, não podemos mais desmatar a Amazônia, mas também precisamos aumentar a produção de alimentos e de bens de consumo.

Não adiantará nada ter uma economia limpa que não forneça alimentos e conforto aos povos. A transição para a economia limpa é, pois, extremamente complexa, porque é preciso manter um tipo de produção atual enquanto se criam e aplicam novas modalidades.

Por que ninguém propõe uma regra mundial do tipo: só se pode vender carro elétrico daqui em diante? Porque seria uma coisa acessível apenas aos mais ricos, exatamente esses que estão bem e cujo nível de consumo deixou poluição por toda parte. E porque os chineses e indianos, para não falar dos brasileiros, continuariam a fazer os seus carrinhos a gasolina ou coisa pior.

Resumindo: o mundo inventou a agricultura, domesticou e criou os novos bois e porcos, aumentou extraordinariamente a produção de alimentos mais baratos, eliminou a fome para bilhões de pessoas. Criou o conforto da sociedade de consumo e... destruiu ambientes, e parte da humanidade ficou rica com isso, outra parte está na classe média e outra continua pobre. E agora?

Concordo com o que disse a revista The Economist: mesmo que haja dúvidas quanto ao processo de aquecimento global, vale a pena combatê-lo no mínimo como um seguro. Mesmo que os céticos tenham razão, ainda assim existiria uma possibilidade de que não tivessem, de modo que seria muito risco não fazer nada desde já.

Agora, seguros são caros e complexos - e não podem ser tão caros que inviabilizem o bem segurado.

Em tempo: não é a primeira vez que cientistas dizem que faltarão alimentos.

*Carlos Alberto Sardenberg é jornalista. Artigo publicado no Jornal O ESTADO DE S. PAULO.

A Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil deseja a todos um Feliz ano de 2010

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

PRESIDENTE DO SINDICATO CÉSAR MILITÃO DESEJA A TODOS OS PRODUTORES RURAIS UM FELIZ NATAL E UM ANO NOVO DE MUITO INVERNO E DE GRANDES REALIZAÇÕES.


PRESIDENTE DO SINDICATO E VICE-PREFEITO ACOMPANHAM INSTALAÇÃO DE POÇOS TUBULARES.



O presidente do sindicato, César Militão e o vice-prefeito Mário Madruga acompanharam as intalações dos poços tubulares na zona rural. Os poços foram solicitados pelo sindicato e prefeitura de Lajes, foram 10(dez) poços perfurados inclusive um deles na zona urbana localizado no estádio Severino Moura do Vale com uma vazão de 3.200 litros, com isto está assegurada a aguação do gramado, beneficiou também o matadouro público do município que está localizado vizinho ao estádio, a prefeitura vai fazer uma economia substancial  na conta de água,  foram solicitados a secretaria de recursos hídricos mais de trinta poços, esperamos que no próximo ano o Governo do Estado continue com este programa de vital importância para o setor rural. 
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