terça-feira, 16 de junho de 2015

CNA VISITA O SINDICATO DOS PRODUTORES RURAIS DE LAJES

Presidente do Sindicato dos Produtores Rurais De Lajes César Militão Militão recebe comitiva da CNA.
Foto de César Militão Militão.

CURSO DE PALMA ADENSADA E IRRIGADA NO PARQUE DE EXPOSIÇÃO NÉLIO DIAS

ACOSC, SINDICATO DOS PRODUTORES RURAIS DE LAJES E O SENAR REALIZAM NESTA SEGUNDA-FEIRA 22/06 CURSO DE PALMA ADENSADA E IRRIGADA NO PARQUE DE EXPOSIÇÃO DEPUTADO NÉLIO DIAS, O CURSO SERÁ MINISTRADO PELO ZOOTECNISTA Dr JOSIMAR.
PRESIDENTE DO SINDICATO DOS PRODUTORES RURAIS DE LAJES CÉSAR MILITÃO COM O PREFEITO BENES E O VICE-PREFEITO MARCÃO RECEBENDO A GERENTE DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL DE AÇU.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

LANÇAMENTO DO PROGRAMA DE BOVINOCULTURA DE LEITE

O presidente do sistema Faern/Senar, José Vieira, lançou para um auditório lotado, no Centro de Treinamento da instituição, no Parque Aristófanes Fernandes, o programa de Qualificação e Assistência Técnica Continuada para o Fortalecimento da Bovinocultura de Leite da Agricultura Familiar.
Com a presença de dois dos deputados cujas emendas parlamentares permitiram a iniciativa -  João Maia e Felipe Maia (Sandra Rosado não pôde estar presente) - o programa prevê  ações de mobilização e diagnóstico, capacitação e assistência técnica junto a  agricultores familiares do RN.
As atividades serão distribuídas por todo o território do Rio Grande do Norte, sendo realizadas em cinco polos distintos: Caicó (Caicó, Jardim do Seridó, Jucurutu e Serra Negra); Currais Novos (Acari, Cruzeta, Currais Novos e Florânia); Angicos (Afonso Bezerra, Angicos, Santana do Matos) e  Potengi (Riachuelo, Lagoa de Velhos, São Paulo do Potengi e São Pedro).

PRESIDENTE DA FAERN JOSE VIEIRA NO LANÇAMENTO DO PROGRAMA DA BOVINOCULTURA DE LEITE

quinta-feira, 30 de abril de 2015

ROMARIA DO 3 DE MAIO DIA DA DIVINA SANTA CRUZ

Foto de Sec. Mun. de Tour, Desenvimento Econômico e Recursos Minerais de Lajes.

No ano de 1903 um fato trágico mudou a história da Serra do Feiticeiro;Uma criança por nome de José Alexandrino, de apenas cinco anos, acompanhava a mãe quando pastoreava cabras pelas redondezas da serra. Ao entardecer, a criança se perdeu da mãe. Após 03 dias de buscas, o corpo do menino foi encontrado em estado de putrefação, deitado sob uma pedra. Perdido na serra, ele morreu de sede e fome. Os moradores de Lajes e região elegeram o local como solo sagrado.
Anos depois, a população construiu uma capela bem próximo à área onde o menino morreu. Os religiosos fincaram um cruzeiro que recebeu a denominação de "Divina Santa cruz". Todos os anos dezenas de fiéis fazem romarias sempre a cada dia 03 de Maio, data em que o corpo do menino foi achado.
Apesar da romaria do 03 de Maio já estar encorporada ao folclore religioso do município de Lajes, e dos vários relatos de curas obtidas, a igreja católica não inseriu o evento ao seu calendário religioso.

SINDICATO DOS PRODUTORES RURAIS DE LAJES ALERTA PRODUTORES DO MUNICIPIO SOBRE CADASTRO AMBIENTAL RURAL

O Cadastro Ambiental Rural - CAR é um importante instrumento para a regularização ambiental. Os dados cadastrados farão parte do Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural – o SIC AR, que ficará sob responsabilidade da Secretaria de Meio Ambiente de cada Estado, do Ministério do Meio Ambiente e do Ibama.

Caso enfrente problemas no momento da Cadastro, verifique a conexão da sua internet e o sistema operacional do computador para baixar o programa. Se continuar dando erro, entre em contato com o suporte do Ministério do Meio Ambiente.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil - CNA quer ajudar o produtor rural e, por isso, selecionou perguntas e respostas que poderão solucionar dúvidas sobre o Cadastro Ambiental Rural:




1. O que é o CAR – Cadastro Ambiental Rural? 
CAR) é um cadastro eletrônico que deve conter os dados básicos das propriedades rurais. O cadastro é obrigatório a tod(as as propriedades e posses rurais e os dados informados são declaratórios (como é, por exemplo, a declaração do Imposto de Renda), de responsabilidade do proprietário ou possuidor rural. Os dados do CAR farão parte do Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural – o SIC AR, que ficará sob responsabilidade da Secretaria de Meio Ambiente dos Estados, do Ministério do Meio Ambiente e do Ibama.



2. Para que serve o CAR?
O CAR é a principal ferramenta prevista na nova lei florestal para a conservação do meio ambiente, a adequação ambiental de propriedades, o combate
ao desmatamento ilegal e o monitoramento de áreas em restauração, auxiliando no cumprimento das metas nacionais e internacionais para manutenção de vegetação nativa e restauração ecológica de ecossistemas.


3. Preciso me inscrever no CAR?
Todas as propriedades ou posses rurais devem ser inscritas no CAR. Isso independe da situação de suas terras: com ou sem matrícula, registros de imóveis, ou transcrições.


O intuito do CAR é a regularização ambiental, e não a regularização fundiária.


4. Quais as vantagens em fazer o cadastro?
O CAR facilitará a vida do proprietário rural na obtenção de licenças ambientais, pois a comprovação da regularidade da propriedade acontecerá por meio da inscrição e aprovação do CAR e o cumprimento no disposto no Plano de Regularização Ambiental, que será em breve instituído pelo Estado. Com isso, não haverá mais a necessidade de procedimentos anteriormente obrigatórios, como a averbação em matrícula de Reservas Legais no interior das propriedades. Todo o procedimento para essa regularização poderá ser feito online.


Acesse www.car.gov.br para fazer o Cadastro Ambiental Rural da sua propriedade.



quinta-feira, 26 de março de 2015

Cuba está no Brasil para conhecer o sistema de produção agroindustrial nacional


 
 
 Presidente da CNA, João Martins da Silva Junior, recebe ministra da Indústria Alimentar de Cuba, Maria del Carmen / Foto: Wenderson Araújo
O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, recebeu, nesta quarta-feira (25/3), na sede da entidade, em Brasília (DF), a ministra da Indústria Alimentar de Cuba, Maria del Carmen Concepción. A representante do governo cubano realiza sua primeira visita ao Brasil para conhecer o modelo de produção agroindustrial brasileiro e o trabalho desenvolvido por associações e cooperativas de produtores rurais.
No encontro, o presidente da CNA falou sobre a relação entre setor primário e indústria a partir do o modelo integrado de produção, no qual produtores e indústrias firmam parceria para fornecimento de matéria-prima e industrialização da produção. Uma das atividades que mais utiliza este sistema é a avicultura, principalmente na região Sul do país. A ministra afirmou que Cuba está aproveitando o momento de abertura econômica do país para conhecer o sistema produtivo de outros países.
João Martins relatou, também, alguns dos desafios que o setor agropecuário precisa superar para que se torne ainda mais competitivo. Um deles é melhorar a renda do produto rural, ampliando o número de produtores que tenham escala comercial, a partir do trabalho de assistência técnica desenvolvido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem (SENAR).
Em um primeiro momento, ele explicou à ministra que, em um primeiro momento, a meta do SENAR é capacitar 600 mil produtores rurais para migrá-los das classes D e E, consideradas as mais baixas e que produzem para sustento próprio, para uma faixa de renda melhor, para inseri-los na atividade comercial. Hoje, apenas 300 mil produtores são responsáveis por 80% do faturamento da atividade agropecuária.
Martins destacou, ainda, o trabalho da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), cuja tecnologia fez com que o Brasil deixasse de ser importador de alimentos para tornar-se autossuficiente na produção agrícola. A estatal, lembrou o presidente da CNA, foi a grande responsável por fazer do Cerrado a principal região produtora de grãos do país, transformando um solo pobre e ácido em extremamente fértil e apropriado para a atividade rural.
A balança comercial entre Brasil e Cuba teve, em 2014, superávit de US$ 360 milhões para os brasileiros. Do total das exportações para o país da América Central no ano passado, 72% foram provenientes do agronegócio. Os principais produtos embarcados foram óleo de soja, arroz e farelo de soja.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Prefeito Benes, assessores, Vereador Gilmar Gomes, empresário Macio Nunes e o Presidente da Câmara Mael Quirino hoje pela manhã visitando as obras de recuperação da estrada que liga Lajes a Cerro Corá.

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Comunicado Oficial sobre retirada do embargo chinês à carne bovina no Brasil


A retirada do embargo chinês à carne bovina brasileira, anunciado hoje pelos presidentes do Brasil, Dilma Rousseff, e da China, Xi Jinping, é o resultado de um intenso trabalho da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) ao lado do governo brasileiro. Desde dezembro de 2012, quando as autoridades sanitárias brasileiras identificaram um caso atípico de Encefalopatia Espongiforme Bovina (BSE), conhecida como doença da vaca louca, a China sustentava o embargo às exportações brasileiras do produto, contrariando a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), que manteve o Brasil na classificação de “risco insignificante” em relação à doença.
De posse dos argumentos técnicos do mais importante organismo internacional em assuntos de sanidade, a CNA fez incontáveis gestões junto a autoridades brasileiras e chinesas na tentativa de remover o embargo. Foram cinco missões à China, sob o comando da então presidente –  hoje licenciada do cargo – senadora Kátia Abreu. Em novembro passado, a presidência da CNA levou este pleito diretamente ao presidente Xi Jinping.
A liberação das exportações para os chineses é estratégica para a pecuária brasileira, tendo em vista que a China é o mais importante parceiro comercial do Brasil e o mais promissor mercado mundial para as nossas carnes, devido ao crescente consumo de proteína animal.
Fica resolvido, portanto, o principal entrave à ampliação do comércio Brasil-China, mas ainda é preciso agilizar a habilitação de novas plantas frigoríficas. É o que espera o presidente da CNA, João Martins, uma vez que, hoje, apenas oito estabelecimentos brasileiros estão autorizados a exportar carne bovina para o mercado chinês. Desde o ano passado, o Brasil aguarda uma visita das autoridades sanitárias da China para concluir o processo de habilitação.
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