terça-feira, 12 de janeiro de 2010

DIREITOS HUMANOS OU GATO POR LEBRE?



HÁ MUITAS maneiras de impedir que o cidadão recorra à Justiça para defender seus direitos. Uma delas, que os brasileiros conhecem bem, foi ensinada aos militares pelo jurista Chico Campos em abril de 1964: consiste em, pura e simplesmente, decretar que é vedada à Justiça apreciar os atos em que o governo ditatorial alegar estar exercendo poderes revolucionários. Agora, estamos diante de uma nova conspiração. Trata-se da ameaça explícita do governo de criar versão própria da Declaração Universal dos Direitos Humanos, da ONU, de 1948.
Um pretexto para estabelecer atalhos e criar entraves ao reconhecimento até de direitos humanos consagrados, como a propriedade e a liberdade de imprensa, que, de princípios indiscutíveis, passam a depender de instâncias administrativas ou sindicais, antes que a Justiça possa reconhecê-los ou preservá-los. A propriedade privada, um dos 17 artigos da primeira Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, da Revolução Francesa, de 1789, perderá a proteção da Justiça brasileira se persistir a versão do decreto.
Outra medida inédita prevê um ranking, dominado por grupos sindicais e administrativos, para avaliar se os órgãos de comunicação podem receber propaganda ou patrocínios, numa confissão tácita de que a distribuição de verbas publicitárias oficiais não é feita por critérios técnicos em que se avaliam a eficácia dos veículos.
Assim, não avançamos. Democracia é privilégio de sociedades desenvolvidas que compreendem o valor da tolerância, a importância dos direitos humanos e a necessidade de respeitar o princípio da igualdade de todos os cidadãos perante a lei.
E, no Brasil, justiça, democracia e direitos humanos são valores consensuais. Tanto que, sob o comando do ex-ministro da Justiça José Gregori, nosso país conquistou prêmio internacional, concedido pela ONU, por ter feito, de forma competente, a implantação, em 1996, de um consistente programa nacional de direitos humanos. Em 2002, o segundo programa deu continuidade aos avanços, reconhecidos internacionalmente.
No novo Programa Nacional dos Direitos Humanos, PNDH-3, o desenho é outro: saem a democracia, a justiça, a tolerância e o consenso e entra a velha visão esquerdista e ideológica que a humanidade enterrou sem lágrimas nas últimas décadas, depois de muito sofrimento e muita miséria.
Direitos humanos, na forma aprovada pelo decreto 7.037, parece ser apenas a máscara benigna e traiçoeira que oculta a face terrível dos demônios que grupos radicais e sectários se recusam a sepultar.
Aproveitando-se do sucesso da economia capitalista e globalizada do Brasil, para o que em nada contribuíram as ideias, os valores e a visão do mundo de setores radicais do PT e dos movimentos que o sustentam, atiram aos brasileiros essa plataforma totalitária. Com que propósito?
Duas ideias me ocorrem: uma possível "satisfação", em fim de governo, a velhos aliados da esquerda ideológica ou então, e seria mais grave, uma tentativa de envenenar e dividir a sociedade brasileira com um debate (esquerda revolucionária x democracia) que, no resto do mundo desenvolvido, é coisa do passado, assunto de museus ou de faculdades de história.
O documento, cuja íntegra tem mais de 80 páginas, contém equívocos inaceitáveis. Ali, o agronegócio é considerado instituição suspeita e desprezível. Tanto que até liminares, um dos instrumentos jurídicos mais essenciais no caso de invasões de terra por terem efeito imediato, só poderão ser concedidas depois de realizados procedimentos administrativos e "conciliatórios". Não há prazos previstos aqui, e os procedimentos poderão ser tão numerosos que tornarão inócuas as providências de urgência reclamadas quando há desrespeito ao direito de propriedade.
Cumpre lembrar, a propósito, que o acesso à Justiça com a devida celeridade é um dos direitos humanos garantidos na Constituição a todos nós, brasileiros e brasileiras.
Dificultar a reintegração de posse é estimular invasões de terra. Não podemos esquecer, igualmente, que os procedimentos "conciliatórios" e burocráticos estariam à mercê de integrantes do MST, que hoje controla, acintosamente, postos de comando no Incra e no Ministério do Desenvolvimento Agrário. A Justiça não pode, em nenhuma circunstância, ser refém de burocracia alguma.
Não é por acaso que só as questões específicas que reafirmam os artigos da Declaração dos Direitos Humanos da ONU, que são parcela mínima no texto, merecem apoio. Os demais pontos não passam de uma tentativa típica de camuflar delírios de dominação autoritária com aparentes manifestações democráticas.

* KÁTIA ABREU é senadora da República pelo DEM-TO e presidente da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). Artigo publicado no Jornal Folha de S. Paulo de 12/01/2010.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

PRESIDENTE DA ACOSC RECEPCIONA CRIADORES DE OVINOS DA RAÇA SOINGA




 
Neste sábado a diretoria da (ACOSB)Associação dos Criadores de Ovinos Soinga do Brasil esteve na sede da ACOSC promovendo uma Palestra ministrada pelo Sr Tadeu Pontes veterinário da Secretaria de agricultura do Estado,com o tema, O ABC DA CAPRINOOVINOCULTURA SEM RODEIOS, as atividades começaram com os produtores conhecendo as instalações da fabrica de ração da ACOSC, ao meio dia almoço no cabrito do João, após o almoço aula prática na fazenda Dois Irmãos e visita a criação de cabras leiteira no Capril Serra do Feiticeiro,  também teve uma visita a comunidade de Boa Vista para conhecer um forno de XiqueXique que foi idealizado pelo presidente da ACOSC. A noite o produtor Idalécio`Pinheiro recepcionou  a diretoria da ACOSB com um show do artista da terra o cantor Carlos Bem, tudo isto regado a churrasco de carne ovina, cerveja e whisky.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

ACOSC E ACOSB REALIZAM CURSO, PRÁTICA DE MANEJO DE CAPRINOS E OVINOS


Reprodutores Soinga nova sensação na OVINOCULTURA!! - Natal RAÇA SOINGA 
Amanhã ás 8:hs na ACOSC será ministrado curso de manejo de caprinos e ovinos em parceria com a  ACOSB(Associação dos Criadores de Ovinos Soinga do Brasil), o público alvo seram os produtores rurais e tratadores, o insrutor do curso será Dr: Tadeu da secretaria de agricultura do estado, no domingo na parte da manhã aula prática na fazenda dois irmãos de propiedade do Sr, Idalécio Pinheiro. Presente transmitindo todas as atividades a TV Mossoró que fará uma entrevista com o presidente da ACOSC sobre forno de xiquexique.

Distribuição de sementes beneficiará 25 mil agricultores de todo o Rio Grande do Norte

Com investimento da ordem de R$ 2,7 milhões, o Governo do Estado inicia na próxima semana a entrega de sementes 210 mil quilos de sementes de milho, feijão, sorgo e algodão e 150 mil mudas de cajueiro anão precoce. Para possibilitar a entrega mais cedo este ano visando a possibilidade de um inverno a partir de dezembro na região do Oeste potiguar, a Secretaria Estadual da Agricultura, da Pecuária e da Pesca (Sape) se estruturou de forma especial.

Já na próxima semana, a Sape inicia a entrega das sementes aos 824 bancos de sementes que congregam 27 mil e 878 agricultores a serem atendidos nos 130 municípios. O crescimento é da ordem de 35,75% se comparados aos 607 bancos existentes no ano passado que reuniam 20.481 produtores rurais de 108 municípios.

Em função de perdas e da criação de novos bancos foi necessário comprar 70 toneladas de milho, 70 de feijão, 70 de sorgo que fazem parte do estoque dos bancos que, em função de condições adversas como enchentes e falta de chuva em alguns períodos, em alguns pontos das regionais da Emater, como Mossoró, Assu, Caicó e Currais Novos, houve perdas.

O secretário Francisco das Chagas destacou que ainda serão adquiridas 70 toneladas de algodão que fazem parte do programa de recuperação da cultura algodoeira no Estado que já vem sendo realizado nas regiões zoneadas para o plantio. Além disso, "vamos também continuar cumprindo o programa de recuperação dos pomares de cajueiro com a substituição da copa do cajueiro gigante e plantio do cajueiro anão", finalizou o secretário.

A COMISSÃO NACIONAL DE ASSUNTOS DA PEQUENA PROPIEDADE DEFINE AÇÕES PARA 2010

 A Comissão Nacional de Assuntos da Pequena Propriedade da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) definiu, em reunião, as principais ações para beneficiar o produtor em 2010. Entre as prioridades para o próximo ano, estão a redução da taxa de juros dos financiamentos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), a viabilização de programas de habitação no meio rural e de convênios para os cadastros de segurados especiais rurais na previdência social.
“Vamos articular junto ao governo para concretizar essas ações”, disse o presidente da comissão, Júlio da Silva Rocha Júnior. Também no encontro, a convite de Rocha Júnior, o diretor de Financiamento e Proteção da Produção do ministério do desenvolvimento Agrário, João Luiz Guadagnin, fez uma apresentação sobre o Plano Safra da Agricultura Familiar 2009/2010, mostrando as principais novidades em relação à safra 2008/2009. O governo disponibilizou R$ 15 bilhões para o financiamento desta safra.
Um dia antes, alguns membros da comissão também conheceram o software agricalc, desenvolvido pela CNA para o cálculo de dívidas dos produtores rurais. A apresentação foi feita pela coordenadora de Assuntos Econômicos da entidade, Rosemeire SantoAssessoria de Comunicação CNA.

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(61) 2109-1447 

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Kátia Abreu: “Texto do decreto atropela o direito de propriedade


SENADORA KÁTIA ABREU

 A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, fez hoje (7/1) duras críticas ao Decreto nº. 7.037, publicado em 21 de dezembro passado, que cria a terceira versão do Programa Nacional de Direito Humanos (PNDH-3). Entre as falhas presentes no texto, ela mencionou como uma das mais graves os dispositivos que prejudicam o direito de propriedade. Em entrevista coletiva à imprensa nacional, a senadora explicou que a norma presidencial, ao envolver fatores fundiários, é negativa porque, além de ultrapassar a esfera dos direitos humanos, pode prejudicar o setor produtivo.
Um dos pontos citados pela senadora é a proposta de criação de um comitê de acompanhamento de monitoramento do PNDH-3 para avaliar, do ponto de vista administrativo, questões como as decisões judiciais e liminares de reintegração de posse de imóveis rurais invadidos. “O texto atropela a Constituição no que diz respeito à questão fundiária. Quando se condiciona a concessão de liminares ou a reintegração de posse a mecanismos administrativos, está se estimulando a violência no campo, a invasão de terra e o esbulho possessório. Nada pode obstruir um direito constitucional, que é o direito de acesso à justiça. Decisão judicial é para ser cumprida”, justificou Kátia Abreu.
Na avaliação da presidente da CNA, há fatores ideológicos por trás da iniciativa do governo de publicar um texto que mostram claramente um preconceito contra o agronegócio. Ela alertou que a medida pode gerar como conseqüência um estímulo às invasões de terras, aumentando a insegurança jurídica no campo. “Quando o governo apresenta um documento de intenções dificultando e obstruindo a urgência a reintegrar posse e a conceder liminares está apoiando movimentos criminosos que invadem terras e praticam o esbulho possessório. E isso nós não podemos permitir. Estamos trabalhando para trazer a paz no campo e para que os conflitos sejam minimizados”, enfatizou a presidente da CNA.
Kátia Abreu disse também que vai propor audiências públicas para que os ministros que assinaram o texto expliquem de forma detalhada os pontos do decreto. Além do presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva, 28 ministros assinam o decreto. “Temos de entender melhor o documento para que cada um explique os objetivos dentro da sua área”, afirmou. Um dos questionamentos de Kátia Abreu deverá ser a ausência do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Comitê de Acompanhamento e Monitoramento do programa.
A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, fez hoje (7/1) duras críticas ao Decreto nº. 7.037, publicado em 21 de dezembro passado, que cria a terceira versão do Programa Nacional de Direito Humanos (PNDH-3). Entre as falhas presentes no texto, ela mencionou como uma das mais graves os dispositivos que prejudicam o direito de propriedade. Em entrevista coletiva à imprensa nacional, a senadora explicou que a norma presidencial, ao envolver fatores fundiários, é negativa porque, além de ultrapassar a esfera dos direitos humanos, pode prejudicar o setor produtivo. Um dos pontos citados pela senadora é a proposta de criação de um comitê de acompanhamento de monitoramento do PNDH-3 para avaliar, do ponto de vista administrativo, questões como as decisões judiciais e liminares de reintegração de posse de imóveis rurais invadidos. “O texto atropela a Constituição no que diz respeito à questão fundiária. Quando se condiciona a concessão de liminares ou a reintegração de posse a mecanismos administrativos, está se estimulando a violência no campo, a invasão de terra e o esbulho possessório. Nada pode obstruir um direito constitucional, que é o direito de acesso à justiça. Decisão judicial é para ser cumprida”, justificou Kátia Abreu.
Na avaliação da presidente da CNA, há fatores ideológicos por trás da iniciativa do governo de publicar um texto que mostram claramente um preconceito contra o agronegócio. Ela alertou que a medida pode gerar como conseqüência um estímulo às invasões de terras, aumentando a insegurança jurídica no campo. “Quando o governo apresenta um documento de intenções dificultando e obstruindo a urgência a reintegrar posse e a conceder liminares está apoiando movimentos criminosos que invadem terras e praticam o esbulho possessório. E isso nós não podemos permitir. Estamos trabalhando para trazer a paz no campo e para que os conflitos sejam minimizados”, enfatizou a presidente da CNA.
Kátia Abreu disse também que vai propor audiências públicas para que os ministros que assinaram o texto expliquem de forma detalhada os pontos do decreto. Além do presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva, 28 ministros assinam o decreto. “Temos de entender melhor o documento para que cada um explique os objetivos dentro da sua área”, afirmou. Um dos questionamentos de Kátia Abreu deverá ser a ausência do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Comitê de Acompanhamento e Monitoramento do programa.

CUMPRIMENTOS DE FINAL DE ANO NO TEATRO ALBERTO MARANHÃO


O vice-prefeito Mário Madruga a governadora Vilma e o prefeito Benes presentes nos cumprimentos de final de ano no Teatro Alberto Maranhão. Governadora, os produtores rurais da região central agradecem a reforma do parque de exposição Dep. Nélio Dias em Lajes.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

PREFEITO E SECRETÁRIO VISITAM OBRAS DOS AÇUDES JUAZEIRO CARAÚBAS



O prefeito Benes Leocádio e o secretário de obras Mael Quirino visitaram esta manhã as obras que o governo do estado esta realizando a pedido da prefeitura municipal de Lajes, nos açudes juazeiro e caraúbas.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

PI: GOVERNO INALGURA FRIGORÍFICO DE OVINOS E CAPRINOS

O governador Wellington Dias inaugurou na última sexta-feira (04/12), um frigorífico escola implantado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com o Governo do Estado e Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf), em São João do Piauí, a 430 quilômetros de Teresina, na região do Semiárido piauiense.

Segundo o diretor da Embrapa em São João do Piauí, Geraldo Magela de Carvalho, o frigorífico vai beneficiar carnes de ovinos e caprinos com o objetivo de agregar valores e garantir uma maior renda para os criadores da região. Além disso, serão ministrados cursos mensalmente e qualquer pessoa interessada poderá participar.

Ao destacar a importância do empreendimento, Geraldo Carvalho revelou que um bode que custa R$ 100,00, se aproveitado integralmente, poderá render até R$ 400,00 para o produtor. "Vamos produzir linguiça, almôndegas, hambúrger e sarapatel de qualidade e vender em mercados como Brasília, Teresina, São Paulo e aqui na própria região".

Para o diretor da Embrapa, qualquer criador poderá participar do projeto, independente de sua condição de pequeno ou grande. "A ideia é criar uma cooperativa de produtores da região, para garantir o abastecimento do frigorífico".

O frigorífico escola terá capacidade para beneficiar carnes de até 30 animais diariamente e também terá câmaras frigoríficas para garantir a qualidade dos produtos.

* Fonte: Governo do Piauí, resumida e adaptada pela Equipe FarmPoint.

CNA APÓIA BOLSA FAMÍLIA NOS ACAMPAMENTOS

A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, apóia a substituição da cesta básica, distribuída pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, via intermediários do MST, pelo programa Bolsa Família. “O Bolsa Família representa a assistência direta do Estado, via as prefeituras, sem intermediários que patrocinam invasões em proveito político próprio”, afirma. “Pessoas desprotegidas e sem renda são alvos preferenciais para pretensos líderes que agem com violência e praticam atos ilegais.
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